
Palais des Nations - 14, avenue de la Paix, Parc de l'Ariana.
O complexo de prédios construído entre 1929 e 1936 para abrigar a extinta Liga das Nações é hoje sede da Organização das Nações Unidas (ONU). Durante o tour de uma hora, o visitante conhece o hall das assembléias, com um balcão de mármore, e a seção do Conselho, com murais do artista catalão José Maria Sert, onde ocorreu a conferência sobre desarmamento. Já o museu documenta a história da instituição precursora da ONU.
Cathédrale de St-Pierre - Cour St-Pierre, Vieille Ville.
Um dos principais marcos da Reforma protestante, a igreja foi construída entre os séculos 12 e 13 e renovada ao longo dos anos. Apesar dos 145 degraus, não deixe de subir nas torres de pedra, de onde se tem uma vista panorâmica da cidade com os lagos e os Alpes.
Musée d'Art et Contemporain – 10, rue des Vieux-Grenadiers.
Aberto em 1994, o museu exibe uma vasta coleção de arte moderna européia e americana. O acervo conta com 1.000 trabalhos, mas apenas 300 estão expostos, entre eles, obras de Frankenthaler, Stela e Segal.
Maison Tavel - 6, rue du Puits-St-Pierre.
É a mais antiga casa da cidade, construída em 1303. Passou por diversas restaurações ao longo dos séculos antes de virar museu, em 1986. Em exibição, objetos e coleções históricas de Genebra, da Idade Média ao século 19.
Musée Ariana - 10, avenue de la Paix.
Em um prédio típico do Renascimento italiano, construído pelo colecionador Gustave Revilliod no século 19, o museu de porcelanas, cristais e cerâmicas é um dos melhores do gênero na Europa. Aqui há porcelanas Sèvres, Delft faïence e Meissen, assim como peças chinesas e japonesas.
Musée Barbier-Mueller – 10, rue Jean-Calvin.
Ninguém poderia esperar que um órfão de classe média se tornaria um dos maiores colecionadores de arte de todos os tempos. Foi o que ocorreu com Josef Mueller (1887-1977). Aos 31 anos, ele tinha 7 obras de Cézanne, 5 de Matisse, 5 de Renoir e algumas outras de Picasso e Braque – todas estão em exibição. Mas o foco de sua coleção, porém, são as peças primitivas da África, Índia, Oceania, Grécia, Itália e Japão.
Fondation Martin Bodmer - 19-21, rte. de Guignard Cologny.
A biblioteca de Martin Bodmer guarda uma coleção de 16 mil livros, manuscritos e outros trabalhos que contam 3 mil anos de história da cultura mundial. A exposição mostra as primeiras versões impressas de Don Quixote, de Miguel de Cervantes, do princípio matemático de Isaac Newton, de Faust (Goethe) e Ulysses (James Joyce), além de obras de Dante Alighieri e William Shakespeare.
Musée d'Art et d'Histoire - 2, rue Charles-Galland.
Relíquias como vasos gregos, cristais medievais, relógios suíços, quadros italianos e arte egípcia estão em exposição nesse que é o mais importante museu da cidade. Também não deixe de ver as galerias que apresentam trabalhos de Rodin, Renoir, Le Corbusier, Picasso, Monet, Pissarro e outros.
Patek Philippe Museum - 7, rue de Vieux Grenadiers. Ônibus1 ou 4. Tram: 12 ou 13.
O museu da empresa Patek Philippe, fundada em 1839, é para apaixonados por relógios. São duas coleções permanentes. A de objetos antigos mostra relógios dos séculos 16 ao 19 e é acompanhada por uma apresentação audiovisual. Já a coleção The Patek Philippe conta a história da companhia.
The Baur Collections – 8, rue Munier-Romilly.
As coleções, expostas numa mansão do século 19 com jardins, apresentam obras de arte da China (datadas do século 10 ao 19) e do Japão (séculos 17 ao 20). Em exposição estão cerâmicas e pedras preciosas.
Destinos que vão estrelar em 2012
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