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U$ 24 Milhões

Museu em Washington exibe diamante azul Graff, de mais de 500 anos
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  1. O diamante na obra de Velasquez
  2. A gema no topo da corôa da Bavária
  3. Anúncio do leilão das jóias da família real da Bavária
  4. Laurence Graff admira a pureza da pedra
  5. O Wittelsbach-Graff sendo analisado no GIA
  1.    O diamante na obra de Velasquez
  2.    A gema no topo da corôa da Bavária
  3.    Anúncio do leilão das jóias da família real da Bavária
  4.    Laurence Graff admira a pureza da pedra
  5.    O Wittelsbach-Graff sendo analisado no GIA

Ele é um dos objetos mais cobiçados do planeta. Mas, até o final de agosto, qualquer um pode desfrutar da sua magnificência.  O diamante Wittelsbach-Graff acaba de ser exposto no Smithsonian National Museum of Natural History, em Washington.

Antes de chegar à capital dos Estados Unidos, o diamante passou por muitas mãos. Na última vez que trocou de donos, seu passe custo mais de U$24 milhões. A história da pedra esta toda documentada, pelo menos na parte que se refere aos seus últimos 500 anos.

O Wittelsbach-Graff saiu da Índia em meados do século 17, quando passou às mãos do Rei Filipe IV, da Espanha.  Por adornar o broche real, usado pela Infanta Maria Tereza, ele foi retratado em várias telas de Diego Velasquez.

Em 1664, a menina casou com o Emperador Leopold I, da Áustria. E levou o diamante no dote. Em 1772, depois de mais três donos, a pedra entrou para a Casa de Wittelsbach. Ao assumirem o trono, os novos donos colocaram a gema na Coroa da Bavária.

Lá ela permaneceu até 1921, quando Ludwig III, um dos mais fabulosos soberanos da história e último rei da Bavária, foi enterrado.  As jóias reais foram então leiloadas.

A pedra continuou trocando de mãos até que, em 2008, foi comprada por Laurence Graff, um dos mais conceituados joalheiros do planeta. A transação estabeleceu um recorde histórico no preço do quilate.

Graff resolveu então polir, relapidar e restaurar sua mais nova aquisição. Dos 35 quilates originais, o diamante atual manteve 31.06. Puros e perfeito. Antes de ir para o museu, o Wittelsbach-Graff recebeu do GIA (Gemological Institute of America), o Certificado 11b.

O mais alto grau de pureza já conferido a um diamante azul. Se você tiver a sorte de passar por Washington nos próximos meses, não perca a chance de ver de perto esta maravilha.

Fotos: Geneva Graff Diamonds

Enviado por: Eduardo Alves
Data de publicação: 30/06/2010 - 08:52


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