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As Pirâmides do Egito

O monumento da antiguidade que mantém vivos os faraós
  1. As Pirâmides do Egito

 Dentre as sete maravilhas do mundo antigo, as três Pirâmides de Gizé, ou Giza, formam o único conjunto ainda de pé. Elas provaram ser mais fortes do que o tempo, do que as intempéries da natureza, os saques de bárbaros e a ganância de caçadores de tesouros.
  A maior delas, que serviu de mausoléu para o faraó Quéops, tem 147 metros de altura. Uma gigantesca obra que ficou pronta em 2.550 a.C. e permaneceu sendo a mais alta edificação criada pelo homem até o início do século 20, quando a Torre Eiffel foi inaugurada.
  Pouco se sabe sobre Quéops, mas estima-se que o poderoso faraó mobilizou 100 mil homens para trabalhar no seu mausoléu por mais de 20 anos. Cada uma das pirâmides de Giza faz parte de um complexo que compreende uma enorme rampa, o templo funerário, pirâmides menores para as rainhas e muitos túmulos, ou mastabas, para os sacerdotes e membros do governo. Autênticas cidades erquidas para os mortos.
  Apesar das complicadas medidas de segurança, como sistemas de bloqueio com pedregulhos e grades de granito, todas as pirâmides do Antigo Império foram profanadas e roubadas. Muitos artefatos retirados do Egito estão hoje nos museus europeus e norte-americanos, como o British Museum, em Londres e o Metropolitan, de Nova York.
  No entanto, apesar de despidas dos seus ouros e relíquias, elas guardam intocado a seu maior tesouro: sua magnânima presença, que eternizou seus ocupantes e a civilização que as ergueu.
 A agência de viagens TOP by Brazilian Connection oferece várias opções de pacotes e roteiros para o Egito, com preços a partir de US$ 2.000. Telefone de reservas: (0xx21) 2493 4459.

  Foto: Divulgação

Enviado por: Administrador
Data de publicação: 17/06/2007 - 00:00


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Comentários:

júlio César Benjamin
21/07/2012 - 22:41
SEGREDOS EGI REVELADOS

Os Egictônios possuíam a tecnologia de transformar, através da energia extraída da sílica, o poder eletro-termo-dinâmico, baseado nas modificações causadas no campo eletromagnético das estruturas atômicas, de compactar e descompactar as moléculas do hidrogênio, por exemplo, a ponto de condensá-las, a fim de construir moldes segundo a forma, estrutura, peso e dimensões, segundo lhes aprouvesse.
Sendo assim, só restava agora, construir os moldes para a fabricação dos blocos de pedra necessários para que os engenheiros coordenassem a colocação dos mesmos em seus devidos lugares, certamente com o apoio dos humanos “comuns”, dos robôs, dos gigantes, dos híbridos e das naves menores.
A energia A-GRAV seria usada para trazer das pedreiras os imensos blocos, já devidamente cortados, como se fossem manteiga, pelos raios dos canhões acilísicos, que desestruturavam as moléculas daquelas rochas, de um modo tão perfeito que os blocos, após o corte, não apresentavam nenhuma aspereza, os blocos ficavam totalmente lisos, perfeitamente “lapidados.
E assim foi. Bloco sobre bloco sendo colocado em forma de “pasta de rocha”, desalinhada molecularmente, dentro das “formas”, construídas à base de metais, ou até mesmo a partir de gás solidificado...
Esse gás era solidificado a baixíssimas temperaturas, abaixo de zero, a tal ponto que se transformavam em verdadeiras “folhas de vidro”, completamente moldável, segundo o desejo dos engenheiros.
Quando toda a estrutura estivesse pronta, a armação de gás solidificado molecularmente seria devidamente desfeita a um simples comando.
Toda a energia usada para todos esses processos, incluindo o processo de manter as estruturas dos gases, devidamente em estado de gelo “vitrificado “, até que chegasse o momento certo de se volatilizarem outra vez, era gerado pela energia acilísica proveniente das naves.

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